Estimados colegas,
“Aproveitamento útil do descartado”.
Esse comentário sobre a “indústria dos embriões” me remete ao conceito carioca da “indústria das multas de transito” como forma de lucro para o governo e sustento de programas sociais e da própria secretaria de transporte. Como/Porque depender da transgressão no transito para levantar recursos? Como depender do delito ou da transgressão do aborto para tornar em cura se houverem outras vias? O volume necessário para “aproveitamento útil” é absurdamente tão alto quanto as multas cariocas.
“as células in vitro ainda não são vida humana em desenvolvimento”.
Existe vida fora do útero? Bem, acredito firmemente que não foi Deus quem tomou a iniciativa de colocar essa vida fora do útero. (“in vitro”) Foi um casal quem pediu e uma equipe de profissionais quem desenvolveu. Gostaria de lembra também que todos nós já fomos algum dia um punhado de células tronco. Logo a responsabilidade fica com os Homens/profissionais que criaram a própria situação de pecado e não somente quem praticou o aborto.